Get Adobe Flash player
Nosso Endereço:
Rua Riachuelo, 693 - Ponta Grossa - Pr
Telefone: (42) 3224-1632
E-mail: recados@iecdpg.org.br
Localize no Google Maps
Assine por e-mail:

Digite seu endereço de email para assinar este site e receber notificações de novas publicações por email.

Pedido de Oração:
Pedidos de Oração
Previsão do tempo:
Arquivo

Práticas Cristãs

Pr. Jacson Irio Andrioli

Texto: Colossenses 4. 1-6

Vivemos dias em que a oração tem se tornado algo pouco praticado, negligenciamos com nossos filhos, cônjuges, igreja e sobre nós mesmos, vivemos a prática do deixar para depois! Depois eu oro, mas o depois não chega e acabo não apresentando nem minhas necessidades, e nem minhas gratidões a Deus!!

Ao contrário que muitos pensam a oração é um diálogo entre um filho(a) e seu Pai. Mas infelizmente, acham que a oração é um balcão de pedidos, solicitações, reclamações e queixas! Não, mil vezes não! A oração,  podemos dizer,  que é a respiração da fé! Pois,  sem a mesma não alcançaremos os níveis de maturidade e crescimento que o Pai espera de nós. Lembram da força do amor se juntando com a força da Fé, isso só é possível se estivermos ligados à fonte da força, pois nossa fé ainda é pequena e carece crescer!

Quero te convidar a lermos juntos alguns versículos de uma das cartas de Paulo, aos Colossenses 4. 1- 6.


Quero te pedir uma ajuda:
Quais são as palavras que saltaram do texto ao lermos?

A admoestação traz à mente o ensinamento do Sermão do Monte: “Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós temos perdoado aos nossos devedores”; “com a medida com que tiverdes medido vos medirão também” (Mt. 6:12; 7:2; veja Cl. 3:11).

Nestes versículos são encontradas algumas praticas importantes para a vida cristã:
– Seis práticas do cristão:

a) Oração contínua: por você, por sua família, pela igreja e seus ministros, pastores e líderes, e pela expansão do Evangelho;
b) Mantenha a vigilância em alta;
c) Expresse gratidão permanente;
d) Tenha sabedoria no relacionamento com não cristãos;
e) Atitudes de excelência no uso das oportunidades;
f) Tenha comunicação firmada no bom senso e na maturidade, sendo agradável e edificante.

VISÃO GERAL
A maturidade cristã é revelada no cultivo e vivência das práticas cristãs seja no relacionamento com Deus e com aqueles que estejam ao nosso redor.

Ajustando o Foco

a) Oração contínua:

A oração inaugura a lista de práticas cristãs.
A comunicação contínua com Deus está aliada à leitura, estudo, meditação, ao ouvir da, memorização e aplicação da Palavra de Deus na vida diária.
A própria palavra nos ensina como devemos nos dirigir ao Pai de maneira que Lhe agrada.
A ligação entre Palavra e oração nos preserva da conversação inútil ou ofensiva ao Criador.
Depois de observar o zelo e o tempo que Jesus diariamente dedicava à conversa com o Pai em oração, um dos discípulos Lhe rogou em nome dos demais: “Senhor, ensina-nos a orar…”. Lucas 11. 1.
A disciplina espiritual do Senhor Jesus no relacionamento com o Pai através da oração despertou nos discípulos o desejo que animava o Mestre.
Um item indispensável da agenda diária de Jesus, era a oração!
Com esta atitude Jesus estava demonstrando submissão, amor e relacionamento, bem como era com Ele, Deus Pai, que Ele Jesus o Deus filho compartilhava o que ainda não podia compartilhar com os doze!

A.    A oração deve ser perseverante (4.2). “Perseverai na oração…” (4.2a). A igreja não pode deixar de orar. O fogo no altar não pode apagar-se. W. Wiersbe diz que, se não houver fogo no altar, o incenso não subirá a Deus (SI 141.2).
O fogo tem quatro características: ele ilumina, aquece, purifica e alastra. Quando o fogo do Espírito aquece nosso coração, desse altar sobe um suave incenso à presença de Deus.
Se não alimentarmos o fogo, o altar de oração da nossa vida cobre-se de cinzas, isso porque ou o fogo se alastra, ou se apaga.

A Igreja deve orar sem cessar (lTs 5.17).
A Igreja deve orar sempre sem nunca esmorecer (Lc 18.1).
A Igreja apostólica perseverou unânime em oração (Atos 1.14).

B.    A oração deve ser vigilante (4.2). “… vigiando …” (4.2b).
A vigilância é o contrário de um espírito sonolento, folgado, desatento, desligado dos problemas e perigos que nos cercam.
Devemos orar e vigiar como Neemias (Porém nós oramos ao nosso Deus e pusemos uma guarda contra eles, de dia e de noite, por causa deles.Neemias 4:9).
Jesus alertou para a necessidade de orar e vigiar (Mc 13.33; 14.38). Pedro não vigiou e dormiu no Getsêmani. Porque dormiu usou a arma errada, na luta errada, e obteve um resultado errado. Porque não vigiou, seguiu a Jesus de longe e negou seu Senhor com juramentos e praguejamentos.
A oração demanda energia e vigilância. Orações frias e rotineiras não atendem nossas necessidades.
Precisamos vigiar para não descuidarmos da oração e também para que elas não se tornem mecânicas e repetitivas.
O Satanás lutará para nos afastar da oração ou para nos empurrar a uma rotina de oração fria e inócua(um tipo de oração que não oferece perigo ao inimigo).
Vigie meu irmão!! Também por não sabermos o dia e nem a hora que o Senhor vem!
C.    A oração deve ser cheia de gratidão (4.2). “… com ações de graças” (4.2c).
O agradecimento é uma das marcas do verdadeiro cristão (1.3,12; 2.7; 3.15,17; 4.2).
Paulo estava preso, mas com o coração cheio de gratidão.
Seus pés estavam no tronco, mas sua mente permanecia no céu.
Nada destrói mais a vida de oração do que a murmuração.
O deleite na soberana providência divina nos faz descansar e põe nos nossos lábios orações de louvor.
Engana-se aquele que acha que o louvor é resultado da vitória, mas a causa da vitória.
Quando eu e você louvamos a Deus, Ele desbarata os nossos inimigos (2Cr 20.22)

D.    A oração deve ser intercessória (4.3). “Suplicai, ao mesmo tempo por nós…” (4.3).
O apóstolo tinha consciência da necessidade de oração, e faz um pedido para que os irmãos orassem por ele. Ele sabia da importância da oração.
A oração é a chave que abre portas grandes e oportunas (ICo 16.9) para divulgar o evangelho.
*Quando oramos uns pelos outros, estamos fazendo o que Deus pede de nós, “Levais as cargas pesadas uns dos outros e, assim, estareis cumprindo a Lei de Cristo.” Galatas 6. 2.
*Quando oramos pela obra missionária. Orar especificamente pelos missionários a fim de que Deus os use nas diferentes circunstâncias em que se encontram.
Por meio desta oração temos o privilegio de tocar o mundo inteiro pela oração.
Pela oração tornamo-nos cooperadores com Deus na Sua obra.
O altar está conectado com o trono.
As orações que sobem do altar para o trono descem do trono para a terra em termos de intervenções soberanas de Deus na História.
Se fossemos eu e você presos no ligar de Paulo qual teria sido o principal pedido de oração aos irmãos de Colossos?
*Libertação da cadeia?
*Um resultado favorável no julgamento?
*Por um final de vida tranquilo e de paz?
Mas Paulo só pede a igreja para orar para que ele tenha força e oportunidade de realizar a obra que Deus o havia encarregado de fazer.
Em segundo lugar, a supremacia da Palavra (4.3,4).
O apóstolo Paulo não pede que se abram as portas da prisão, mas que se abram as portas do ministério (At 14.27; ICo 16.9). “… para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado; para que eu o manifeste, como devo fazer” (4.3,4).
Para o apóstolo, era mais importante ser um ministro fiel do que um homem livre.
Paulo está preso, mas a Palavra de Deus não está algemada.
Em suas orações da prisão, sua preocupação não é ser libertado ou estar em segurança pessoal, mas ser usado por Deus na pregação.
As causas da prisão de Paulo eram o seu ministério, Efesios 3. 1-3
Paulo fez da cadeia o seu púlpito e disse para a igreja que, quando ela orava em seu favor, estava associando-se a ele no ministério da pregação.

Temos aproveitado as adversidades da vida para pregar a Palavra?
Paulo ganhou os soldados da guarda pretoriana para Cristo enquanto estava na prisão (Fp 4.22).
E.    Em terceiro lugar, a urgência do testemunho (4.5,6). O testemunho do evangelho aos perdidos deve observar os seguintes critérios:

Devemos portar-nos com sabedoria para com os de fora (4.5a). “Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora…” (4.5). Isso diz respeito à nossa conduta diária.
As pessoas de fora nos observam.
Não podemos ser tropeço para elas.
Nosso viver deve ser irrepreensível: palavras, comportamento, namoro, casamento, negócios, estudo, trabalho, testemunho.
O andar e o falar na vida do cristão precisam estar em harmonia.

Devemos aproveitar as oportunidades (4.5). “… aproveitai as oportunidades” (4.5b).
Devemos aproveitar as oportunidades para anunciar as boas-novas do evangelho para as pessoas.
A palavra grega kairós, traduzida por “oportunidades”, não quer dizer tempo marcado em “minutos”, “horas” e “dias”, mas uma porta aberta para o serviço do evangelho.
Precisamos ter uma palavra boa e certa para cada circunstância.

Paulo aproveitou a sua prisão em Roma para evangelizar a guarda pretoriana e para escrever cartas às igrejas.

Devemos ter a palavra certa na hora certa (4.6). “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (4.6).
A palavra do cristão precisa ser sempre verdadeira, oportuna, edificante e agradável. O cristão não pode ser rude na palavra. Sua palavra precisa ser temperada com sal, ou seja, nem insípida nem muito salgada.
A expressão “temperada foge dos dois extremos: ela não pode ser nem insossa nem salgada. Sal demasiado é tão ruim quanto pouco ou nenhum sal.

Não basta ganhar uma discussão, precisamos ganhar as pessoas para Cristo.

Aniversários do Mês:
MAIO

07 - Rose
07 - Bertha
15 - Calebe
15 - Nailyn
16 - Beatriz
17 - Ernesto
17 - Pr. Paulo
19 - Valter
22 - Luciano
23 - Igor
25 - D. Margarida
26 - Eduarda
27 - Vanilda
28 - Karen
28 - Lucas
28 - Leandro
Datas comemorativas:
1º - Dia do Trabalho
13 - Dia das Mães
31 - Corpus Christi
Estatísticas do site:
Site criado em 23/02/2007.

Ano de 2017:
114.003 visitas
Visitantes hoje: 170
Usuários Online: 1
Seu IP: 23.20.7.34