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Comunhão: o novo e vivo Caminho

Pr. Jacson Irio Andrioli

Vamos continuar falando  sobre comunhão nesta noite. O significado da palavra comunhão que encontramos nos dicionários é realização de algo em comum;  sintonia de sentimentos, de modo de pensar, agir ou sentir; identificação. Já o grego define comunhão com a palavra Koinonia. Este termo se tornou muito comum entre os cristãos, sendo utilizado no sentido de companheirismo, participação, compartilhamento e contribuição com o próximo e com Deus. Vamos ler o texto de hoje:

“Portanto, irmãos, temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus,  por um novo e vivo caminho que ele nos abriu por meio do véu, isto é, do seu corpo.  Temos, pois, um grande sacerdote sobre a casa de Deus. Sendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero e com plena convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada e tendo os nossos corpos lavados com água pura. Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel.  E consideremo-nos uns aos outros para incentivar-nos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.  (Hebreus 10. 19 a 25 – NVI)

Quero citar algumas informações a respeito de um homem chamado John Owen. Ele foi um puritano que viveu no século XVII. Quem eram os puritanos? O puritanismo designa uma concepção da fé cristã desenvolvida na Inglaterra por uma comunidade de protestantes radicais depois da Reforma, que tinham a Bíblia como sua única norma de conduta e postura. A Revolução Puritana foi um movimento surgido na Inglaterra no século XVII, de confissão calvinista, que rejeitava tanto a Igreja Romana como o ritualismo e organização episcopal na Igreja Anglicana.

“Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé.” Hb 10.22

Precisamos aprender deles. J. I. Packer afirmou que os puritanos diferem dos evangélicos contemporâneos, porque para eles a comunhão com Deus era algo muito importante; em comparação ao que pensam os evangélicos contemporâneos, a comunhão com Deus é algo insignificante. Os puritanos eram interessados pela comunhão com Deus de um modo que não o somos.  A medida de nosso interesse é mostrado pelo pouco que falamos a respeito deste assunto.

Quando os crentes se reúnem, falam uns com os outros a respeito de suas obras e seus interesses cristãos, de seus conhecidos cristãos, da situação de suas igrejas e dos problemas de teologia — mas raramente falam sobre a experiência diária com Deus (A Quest for Godliness, Wheaton, Ill.: Crossway Books, p. 215). De acordo com Packer, o maior dos puritanos foi John Owen (1616-1683).  A própria comunhão que Owen tinha com Deus é um grande exemplo para nós. Deus cuidou que Owen e os puritanos sofredores de seus dias vivessem n’Ele, de um modo que faz a maior parte de nossa comunhão com Deus parecer superficial.

Escrevendo uma carta durante um período de enfermidade, em 1674, Owen disse a um amigo:

“Cristo é nosso melhor amigo e logo será o nosso único amigo. Peço a Deus, com todo o meu coração, que eu me fatigue de tudo, exceto da conversa e da comunhão com Ele” (Peter Toon, God’s Statesman, Greenwood, S. C.: The Attic Press, p. 153).

Deus usou a doença e todas as pressões sofridas por Owen em sua vida para orientá-lo na comunhão com Ele mesmo e mantê-lo envolvido nesta comunhão. Mas Owen também era intencional em sua comunhão com Deus. Ele disse:

“A amizade é mantida e preservada por meio de visitas; e estas devem ser espontâneas e não somente motivadas por assuntos urgentes…” (John Owen, Works, VII, Edinburgh: Banner of Truth Trust, 1965, p. 197).

Em outras palavras, em meio a todos os seus labores políticos, acadêmicos e eclesiásticos, Owen fazia muitas visitas a Deus. E, quando ele fazia essas visitas, não ia somente com petições por coisas ou por livramentos de suas muitas dificuldades. Ele as fazia para ver seu glorioso Amigo e contemplar-Lhe a grandeza. John Owen tinha um zelo profundo por sua comunhão diária e constante com Deus. Um exemplo a ser seguido!!! (http://voltemosaoevangelho.com)

Voltemos ao texto de Hebreus 10…
O acesso livre a presença de Deus que os cristãos tem é um grande privilégio, podemos chegar ao trono da graça a hora que quisermos, sem cerimônias, sem formalismo, porém com respeito e muita fé. Jesus nos abriu este caminho, quando se entregou na cruz, “o véu se rasgou” (Mateus 27.51).

O caminho até Deus não é mais acessado por meio de sacrifícios, mas sim pela vida de Cristo ressurreto.  Aqui se dão alguns dos privilégios e responsabilidades daqueles que querem andar em comunhão com Deus, veja:

a.    Aproximar-se de Deus
1.    Com coração genuíno, verdadeiro, sem falsidade, sem enrolação, sem querer fazer barganha. (Tiago 4.8); Sendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero. Não ausência de pecado, mas desejo de não viver sob o domínio do pecado.
2.    Em plena confiança (v. 35);
Sendo assim, aproximemo-nos de Deus (…) com plena convicção de fé. Fé em Cristo como Salvador, como aquele que fez o buraco no muro da separação.
Irmão não abandona a fé porque tem recompensa na eternidade!
3.    Com coração purificado Ezequiel 36. 25 a 27;
4.    Com corpos lavados, isto significa estar consagrado, purificado, limpos de toda a sujeira do pecado (ex.: o batismo de arrependimento de João Batista)

b.    Guardar firme a esperança
1.    Testemunhando ao mundo de sua fé! “Antes, santifiquem Cristo como Senhor em seu coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que pedir a razão da esperança que há em vocês.” (I Pedro 3:15);
2.    Não vacilando (Mateus 6.24);
3.    Reconhecendo que esta fundamentada em Deus (Hebreus 6.13-20;74);
4.     Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel. Contemplar a realidade do céu, mas contemplar a realidade da vida com Jesus Cristo presente e fiel.

c.    Estimular o amor  Hebreus 13.1-3

d.    Congregar-se (Hebreus 3.13 e I Tessalonicenses 5.11 e 14);

Meus irmãos,  Deus não se agrada quando andamos sozinhos.  Ele nos fez para vivermos unidos a outros semelhantes a nós a fim de nos ajudarmos mutuamente, carregarmos as cargas uns dos outros, aconselharmos, repreendermos uns aos outros, enfim,  nos fez para vivermos juntos.

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