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Jesus, o incomparável!!!

Pr. Jacson Irio Andrioli

De onde viria um homem como Jesus? Com um caráter simples, que não rejeitava a companhia nem mesmo dos perversos e pecadores de sua época, que não se defendeu em nada, simplesmente cumpriu o que já estava estabelecido na vontade de seu Pai. Humilde e manso de coração; amoroso e compassivo; obediente em todas as coisas, menos diante da injustiça; servo e sofredor.

João o chamava de Verbo:

“No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus.Ela estava com Deus no princípio.Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito.” (João 1.1-3)

Ele era inigualável, era Homem e Deus ao mesmo tempo, pois para falar tamanha coisa, só sendo Deus:

Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os seus pecados estão perdoados”.(Marcos 2.5)

Jesus já havia previsto sua traição, mas também sabia de coisas do passado, era inigualável em sabedoria:

“Estou lhes dizendo antes que aconteça, a fim de que, quando acontecer, vocês creiam que Eu Sou.” (João 13.19)

Sua inocência:

A paixão de Jesus foi inigualável, pois era inocente, não somente inocente de crimes, mas também de todas as outras acusações que estavam levianamente levantando à Ele, blasfemador e herege. Em I Pedro 1.19,  Pedro,  agora convicto de seu pecado,  retrata Jesus como um cordeiro imaculado, sem manchas. Por mais que tentemos descobrir de quem é a culpa da morte de Jesus, uma coisa é certa, que tudo estava dentro dos planos de Deus. (Mateus 26.56)

Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados. A paixão de Cristo foi inigualável, porque Jesus se submeteu a ela… (Lucas 22.42)

O grande testemunho de todo o Novo Testamento remove de quem quer que seja a culpa da morte de Jesus, pois foi Ele quem escolheu morrer! Seu Pai ordenou. Ele aceitou. Um ordenou todas as coisas, o outro obedeceu. A autoridade estava nas mãos de Deus. E estava nas mãos de Jesus. Porque Jesus é Deus.

Finalmente, a paixão de Jesus Cristo foi inigualável, porque veio acompanhada de eventos e acontecimentos inigualáveis. Começamos observando as palavras de amor do próprio Senhor Jesus, pois nenhum outro homem morrendo em uma cruz falaria o que Jesus falou…

O fato de Jesus estar crucificado entre duas outras cruzes, onde em um lado estava um malfeitor que aceitou a autoridade do Filho de Deus e o outro que rejeitou e zombou dele. Assim é a vida, assim é a aceitação ao evangelho do Salvador, alguns se submetem espontaneamente e outros o rejeitam por descrença.

O ladrão não foi o único que recebeu misericórdia e amor de Jesus em suas últimas palavras. Os soldados que o crucificaram também foram alcançados pelo amor do Salvador.

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” (Lucas 23.34)

Então Jesus diz: “Está consumado” e inclina a cabeça!!! Com estas palavras Jesus está dizendo: Minha vida acabou, cumpri minha missão.  Ele quis dizer que havia concluído o planejado pelo Pai. Tais palavras desencadearam um outro acontecimento em Jerusalém, onde o véu que estava fixado no templo separando o santíssimo lugar, se rasgou simbolizando que todo aquele que deseja falar com Deus pode fazê-lo.

Com a morte de Jesus o caminho foi aberto para nos aproximarmos do Grande Deus e Pai, afim de buscarmos consolo e graça. (Hebreus 10.19-22).

Agora precisamos pensar em nós! Estamos crucificados com Cristo?

“Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos.” (Gálatas 5.24)

“Pois, por meio da lei eu morri para a lei, a fim de viver para Deus. Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.” (Gálatas 2.19-20)

É verdade que tomar nossa cruz envolve uma transação espiritual, na qual nossa “velha natureza” ou “a carne” morre com Cristo e uma “nova criatura” nasce. O que precisa morrer com Cristo é o nosso velho homem, o egoísmo, o mundanismo, o desamor, o temor e orgulho, para que um novo ser confiante, amoroso, voltado para Deus e cheio de esperança venha a existir. Precisamente por causa dessa morte interior e de uma nova vida, somos capazes de assumir riscos, sofrer a dor e até mesmo a morte, sem desespero, mas cheios de esperança.

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