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Perguntando a respeito de Jesus

Pr. Jacson Irio Andrioli

Muitas pessoas tem dúvidas a respeito de Jesus e de sua história de vida.  Hoje quero te ajudar a encontrar algumas respostas à luz da história e da bíblia sobre este homem inigualável, de atitudes serenas, respostas profundas e contundentes, e com um amor abnegado em favor dos outros.

Vemos relatos de Jesus em todos os evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), e em outros textos do novo e do antigo testamento que apontavam para sua vinda e atitudes. Na história muitas opiniões foram dadas a respeito deste bom homem, algumas confiáveis e outras não.

Até mesmo a Bíblia é questionada em sua veracidade, mas, de uma maneira surpreendente, no ano de 1947 houve uma grande descoberta: Qumran, Khirbet Qumran, “ruína da mancha cinzenta”, é um sítio arqueológico localizado a uma milha da margem noroeste do Mar Morto, a 12 km de Jericó e a cerca de 22 quilômetros a leste de Jerusalém, em Israel.

Os Manuscritos do Mar Morto são uma coleção de centenas de textos e fragmentos de texto encontrados em cavernas de Qumran, no Mar Morto, no fim da década de 1940 e durante a década de 1950.  Foram compilados por uma doutrina de judeus conhecida como Essênios, que viveram em Qumran do século II a.C. até aproximadamente 70. Os manuscritos incluem também Livros apócrifos e livros de regras da própria seita. Os Manuscritos do Mar Morto são de longe a versão mais antiga do texto bíblico, datando de mil anos antes do que o texto original da Bíblia Hebraica, usado pelos judeus atualmente. (Fonte: Wikipédia)

Quero lhes falar de alguns homens:

1. O testemunho de Flávio Josefo:
Flávio Josefo (37 -100dC) é considerado como um dos maiores historiadores judeus de sua época, e além de escrever sobre a História dos Judeus e suas guerras, também escreveu sua autobiografia, na qual se descreve como filho de Matias, o sacerdote judaico, nascido em Jerusalém, instruído pela torá e adepto do farisaísmo. Segue uma citação de seu livro que data do ano 90 dC.
“Nesse mesmo tempo apareceu Jesus, que era um homem sábio, se todavia devemos considerá-lo simplesmente como um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas mesmo por muitos gentios. Ele era o Cristo. Os mais ilustres da nossa nação acusaram-no perante Pilatos e ele fê-lo crucificar. Os que o haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos, que vemos ainda hoje, tiraram seu nome” .– (JOSEFO, Flávio, História dos Judeus – CPAD, 2000, pp.418)

2. O testemunho de Plinio, o Velho:
Plínio é reconhecido como governador da Bitínia, na Ásia Menor (112 dC) no período do Imperador Trajano, embora tenha sido senador e proeminente advogado em Roma. Dos dez livros de cartas que se conhecem de Plínio, é apenas no décimo livro, mais precisamente na carta 96, que encontramos algo sobre o cristianismo primitivo e Cristo. Nessa carta ele fala sobre o rápido crescimento do Cristianismo na província da Bitínia, seja nas regiões urbanas ou rurais. Ele descreve a situação com templos romanos (pagãos) abandonados de tal forma que o “negócio daqueles que vendiam forragens para os animais sacrificiais fora afetado”

3. O testemunho de Tácito:
Tácito era o governador da Ásia em 112 D.C e em seus escritos “Anais da Roma Imperial” mencionou a existência ao culto a Cristo e os cristãos que Dele se originaram. É importante lembrar que Tácito não era amigo da fé, portanto podemos perceber que ele menciona a existência de alguém em quem não possuía nenhum interesse. Registrando principalmente a atitude de Nero em relação aos seguidores de Jesus.
Mesmo assim, ele acaba afirmando que existiu um Jesus chamado Cristo e que morreu exatamente da forma que a Bíblia descreve, isso não é negado por ele.

4. O testemunho de Suetônio:
Suetônio era o historiador romano oficial da corte de Adriano,  escritor dos anais da Casa Imperial (69-122 d.C.). Ele também faz referência a Cristo e aos seus seguidores.

5. O testemunho de Tertuliano:
Tertuliano foi jurista e teólogo de Cartago.  Seus escritos constituem importantes documentos para a compreensão dos primeiros séculos do cristianismo. Ao fazer em 197 A.D. uma defesa do cristianismo perante as autoridades romanas na África, Tertuliano menciona a correspondência trocada entre Tibérío e Pôncio Pilatos: Portanto, naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo.

Afinal de contas quem era Jesus???

Os Líderes Judaicos davam seu parecer:

  • João 6.41-42 –    Filho de José  (O Zé carpinteiro)
  • João 8:52  –     Endemoninhado
  • João 10:32-33 –    Blasfemo/Herege

O que os discípulos falavam de Jesus:

  • Mateus 16:13-14 –     Filho do Homem
  • Daniel 7:13   –    Filho do Homem
  • Mateus 16:15 e 16 –   O Cristo, O filho de Deus

O que Jesus fala de si:

  • Marcos 14:60-64  – O sumo sacerdote lhe pergunta “ És tu o Cristo,o Filho do Deus vivo?” Jesus não só afirma ser o filho do Deus vivo, como fala: ” e vereis o Filho do Homem”.
  • Daniel 7:13-15 –“Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.”

O sumo sacerdote fala a respeito da blasfêmia que Jesus estava proferindo, e declara que era réu de morte. Vimos os relatos históricos dando seu parecer quanto a Jesus e os cristãos; Vimos as três respostas:

  • Líderes religiosos: Blasfemo/Herege
  • Discípulos:  Messias / Filho de Deus
  • Jesus:  Messias / Filho de Deus

E PARA VOCÊ? Quem Jesus é?

Para refletir e praticar:

Quero te propor alguns versículos para lhe orientarem em oração:

“Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao entendimento, e, se clamares por entendimento, e por inteligência alçares a tua voz,  se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem o conhecimento e o entendimento. ” (Provérbios 2. 1-6)

Muitos homens e mulheres rejeitaram a história de Jesus, até terem um encontro com Ele e terem suas vidas plenamente transformadas por aquele homem humilde, de palavras doces e penetrantes e com um amor grande e abnegado.
Max Lucado, em seu devocional, nos faz ver um lado de Jesus que antes eu em particular não tinha conseguido ver: Jesus tinha poder e autoridade para muitas coisas, mas em nenhum momento os usou para se auto promover, e nem para se mostrar.
Com isso, podemos entender que Jesus não quer nos convencer com argumentos, mas sim com seu amor simples e preenchedor em nossos corações, bem como nos levar a uma reflexão:

  1. Inicie hoje uma jornada pessoal
  2. Tome hoje uma decisão acerca de Jesus
  3. Assuma hoje uma nova postura como discípulo

Historiadores do século I d.C., como Plinio o Velho, Philon de Alexandria e Flavio Josefo descreveram a existência de ascetas do deserto. Plinio o Velho supunha que habitassem no oeste do Mar Morto. No século XIX o escritor anti-católico Ernest Renan na sua “Vida de Jesus”, defendeu sem provas que o cristianismo era a vitória da seita essênia.
Voltaire, filósofo revolucionário anticristão também soltou uma analogia entre essênios e cristãos sem prova alguma, como era habitual nos seus deboches da religião.
Nos anos 134 a 63 a. C., no local teria havido uma cidadela fortificada, e um centro produtor de vasos de argila.

Nos manuscritos registra-se a expectativa judaica pela vinda do Redentor, isto é, Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é imaginado com três grandes representações:

  1. A do Messias de Israel, figura régia e guerreira;
  2. como Sacerdote supremo;
  3. como um personagem de funções celestes.

Jesus Cristo, de fato, foi acolhido como o Messias régio, e após a sua Morte e Ressurreição como o Sumo Sacerdote.

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