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Ano do Compromisso com a Palavra

Porque o crente enfrenta tribulações

A tribulação produz para nós eterno peso de Glória.

“E disse Jesus: no mundo tereis aflições mas tende bom animo pois eu venci o mundo.” (João 16:33)

Irmãos, ninguém gosta de passar por aflições, tribulações, frustrações e estas coisas parecidas. Só de ouvir falar já dá arrepio, pois lembra: tristeza, angústia, dor e por aí vai. Mas, às vezes ignoramos que estas coisas ruins ao nosso ponto de vista podem produzir em nossas vidas grandes bênçãos.

Eu, por exemplo, separei cinco bênçãos produzidas através das tribulações:

1ª Bênção: (II Coríntios 4:17) – Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente.

Veja que coisa interessante a nossa (leve e momentânea) tribulação produz para nós um (peso eterno) de glória mui excelente, ou seja, eu pus entre parênteses para você ver que a tribulação pode ser grande mas, se comparado com a Glória de Deus que há de ser revelada, ela é leve e momentânea e produz peso eterno. É na verdade um paradoxo: a leve e momentânea produzindo peso eterno. Então a primeira bênção produzida através das tribulações é o peso eterno de glória mui excelente.

2ª Bênção (Romanos 5:3) – E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência.

Veja: a paciência é produzida através da tribulação. Talvez você esteja passando alguma tribulação por falta da paciência. Então a segunda bênção é a paciência.

3ª Bênção: (II Coríntios 1:4) – Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

Já a terceira tribulação produz a aproximação de Deus mais do homem pois, a consolação só pode ser feita de perto. Ou você já viu alguém consolar de longe? Para consolar você precisa se achegar a pessoa consolada e quando estamos atribulados Deus se apresenta como o Espírito Consolador, como Jesus disse que rogaria ao Pai que enviasse. Então a tribulação também produz consolação e aproximação de Deus do homem.

4ª Bênção: (Romanos 8:18) – Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. (II Coríntios 4:18) – Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

Veja que, quando estamos passando por tribulação e verdadeiramente somos confiantes em Deus, sabemos que ela é passageira, como uma chuva de verão as vezes vem forte mas passa. Sabemos então que a quarta bênção produzida é confiança: que aquele que te elegeu é fiel para te dar vitória.

5ª Bênção: (I Pedro 4:13) – Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua Glória vos regozijeis e alegreis.

Vemos aí que a quinta e última bênção a ser produzida na tribulação é  a certeza de Alegria Futura. Creiam, meus amados, que a tribulação pode ser uma bênção quando passamos por ela sem murmurar. Vejam que o povo morreu no deserto porque murmurou em meio as tribulações. Então, passe pelas provas cantando louvores.

Peso de Glória

BÁROS DÓXES: Peso de Glória.

Paulo sabia que os sofrimentos cooperam para conduzir-nos à glória; por isso, ele pôde dizer:

“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2 Coríntios 4:16-17).

Ele estava dizendo que o eterno peso de glória suplanta em muito a leve e momentânea tribulação. Quaisquer que sejam os sofrimentos pelos quais passamos, são leves. Essa leve e momentânea tribulação não pode ser comparada ao eterno peso de glória. Não se incomode com seus sofrimentos. Seu sofrimento não é um peso, é leve. O verdadeiro peso é a glória. Todos os seus sofrimentos são leves, são a leve e momentânea tribulação que produz em nós eterno peso de glória. Glória é a expressão de Deus. Não é preciso esperar a eternidade para ter a expressão de Deus. Não somente no futuro, mas hoje mesmo, os sofrimentos nos introduzem na expressão de Deus. Isso é o peso de glória.

Tribulações e peso de glória

“Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos.” (II Co 4:8)

Nesse momento existem milhares de pessoas ao redor do mundo passando por sofrimentos e lutas inimagináveis. Muitas vezes, não entendemos por que certas coisas acontecem, por quê temos que enfrentar certas tribulações. Muitas pessoas ficam perplexas ao ler o Livro de Jó, porque ele, sendo um homem temente ao Senhor, fiel, bom, justo, íntegro, teve que passar por uma grande luta. E realmente, muitas vezes ficamos sem entender o porquê de tantas coisas que acontecem na nossa vida. Mas ao ler a palavra de Deus podemos ter uma certeza: a de que muitas vezes ficamos aflitos, mas não somos destruídos; algumas vezes ficamos em dúvida, mas nunca ficamos desesperados; às vezes ficamos gravemente feridos, mas não somos destruídos (II Co 4:8).

Passamos por sofrimentos sim, mas o Pai é quem nos sustenta. Ainda que às vezes não venhamos a sentí-lo por perto, Ele está lá. Ele é aquele que faz com que tudo coopere para o nosso bem (Rm 8:28). Fomos chamados por Deus, para carregar uma cruz e fazer parte de uma guerra, mas o nosso exército já é mais que vencedor, porque a batalha decisiva Ele já venceu por nós.

Ainda que venhamos a ter que enfrentar adversidades, não estamos desamparados, nem sozinhos, nosso sofrimento leve e momentâneo não se compara ao peso de glória que em nós está sendo gerado.

Quando o apóstolo Paulo escreveu o versículo 17 de II Co 4, ele estava sendo perseguido por causa da pregação do evangelho, podendo ser morto a qualquer instante, sofrendo por amor à obra de Deus. Mas ele afirmou que aquela “pequena” e passageira aflição estava produzindo uma glória enorme e eterna, muito maior do que aquelas lutas que ele estava enfrentando. O alvo de Paulo era alcançar aquilo que era eterno e invisível, nada poderia tirar o seu enfoque (“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas. II Co 4:18).

Deus permite que passemos por tribulações para que o nosso caráter venha a ser moldado por Ele. No tempo da luta, costumamos a ser mais sensíveis a voz de Deus, e ao permitir que o Espírito Santo nos ministre, ele vai nos mostrando aonde devemos mudar. Muitos precisam ser jogados numa cisterna, como José foi (Gn 37:20), para que Deus molde sua personalidade e caráter para assim, ser alguém segundo o Seu coração e cumprir o propósito pelo qual foi chamado.

É na tribulação que nossa fé é forjada a “sair para fora”, é provada, é fortificada. Rick-Warren, autor do livro “Uma vida com propósitos” costuma dizer: “Você nunca saberá que Deus é tudo o que você precisa, até que Ele seja tudo o que você tiver.” É durante as tribulações que temos a chance de conhecer a Deus profundamente, de experimentarmos a intimidade do Senhor.

No capítulo final de Jó, ele faz uma declaração belíssima, e é aí que finalmente podemos entender que o sofrimento dele não se comparou com aquilo que agora ele experimentava: “Antes eu Te conhecia só de ouvir falar, mas agora os meus olhos Te vêem” (Jó 42:5). E ele ainda fala: “Eu reconheço que para ti nada é impossível e que nenhum dos Teus planos pode ser impedido. Tu me perguntaste como me atrevi a pôr em dúvida a Tua sabedoria; falei de coisas que não compreendia, coisas que eram maravilhosas demais para mim e que eu não podia entender” (Jó 42: 2,3).

Só Deus sabe os propósitos que Ele tem ao permitir que tribulações venham de encontro as nossas vidas. Precisamos aprender a enxergar as coisas temporais à luz das eternas, para que não venhamos a desfalecer em meio as lutas. Não importa qual seja a tribulação que estejamos enfrentando, uma coisa é certa, somos mais que vencedores por aquele que nos amou (Rm 8:37).

Abaixo deixo a letra de um poema que fiz baseado no livro de Jó.

“Cântico de Jó”

Eu Te procuro, não sei onde está
Olho para O leste
Procuro no Oeste
Também não O vejo quando age no Norte
Ou quando se esconde no Sul
Mas Tu conheces cada um dos meus passos
Conheces o meu caminho
Prova-me e serei como ouro

Para Ti nada é impossível
E nenhum dos Teus planos podem ser frustrados
Duvidei da Tua sabedoria
Falei de coisas que não conhecia
Coisas que eram maravilhosas demais para mim
Mas Tu me mandaste escutar Tua voz
E eu pude ouvir, pude Te sentir

Agora eu sei
Te conhecia só de ouvir falar
Mas hoje os meus olhos Te vêem
Hoje eu consigo Te tocar
Em Ti minha fé se tornou inabalável
Não importa qual seja a dor
Eu irei Te adorar meu Senhor.

Quando entendemos que tudo faz parte de um plano perfeito, quando descansamos na grande verdade que o Senhor nos acompanha em nosso sofrimento, passaremos pela experiência da dor sem amarguras, sem ressentimentos em relação a Deus ou aqueles que nos ferem. Quando Deus parece estar em silêncio, e nos amedrontamos diante das adversidades isso não quer dizer que Ele não está ativo e envolvido em nossa vida. Na realidade, o momento em que Deus está mais próximo de nós é quando enfrentamos as dificuldades maiores. O aparente silêncio de Deus parece maior nas horas das angústias e provações, mas não se esqueça que o propósito divino do Senhor é desenvolver o nosso caráter e cumprir seu plano através das nossas vidas.
Guarde isso, você não está sozinho, Deus atravessará as dificuldades e os sofrimentos conosco, Ele não se cansa de trabalhar em nosso favor.

Obra completada consolida a alegria

“Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus”. (Filipenses 1.6)

Refletindo a respeito da obra de um líder e as sensações que ele experimenta ao longo de suas experiências, aprendo algumas coisas importantes:

1º- diferente de outras profissões, a liderança é um desafio que não tem fim. O líder passa, mas a obra continua a ser edificada na vida da pessoa.

2º – a liderança é medida por valores abstratos e interiores. Não se pesa um resultado de um líder pela ótica humana e valores transitórios.

3º – a liderança é fundamentalmente relacional. Não se lidera na base da produtividade, da coerção da força de um contrato ou de intimidação. É uma conquista pelo amor e respeito.

Bem, então o Apóstolo Paulo fala de uma certeza (“estou plenamente certo”). Uma certeza traz paz, segurança. É uma certeza de fé (Hebreus 11.10). Estamos falando de um homem que tinha como missão ganhar vidas, estabelecer igrejas e formar líderes para essas novas igrejas locais. Ela não podia, dado ao seu chamado itinerante, permanecer pessoalmente por todo o tempo para cuidar dos frutos que conquistava em Cristo. Então, o que poderia trazer a certeza que a obra não se perderia depois da sua partida?

Ele continua dizendo que estava certo que “aquele que começou a boa obra” (O Espírito Santo). Em outra ocasião ele compara o Espírito Santo ao penhor, a garantia. Ou seja, Ele é a garantia que nós somos de Cristo e estamos santificados para a Sua Vinda em glória. Espera aí, vale uma observação. Quem começou a obra não foi o apóstolo? Ele foi sim o instrumento. Ele reconhecia que tudo começa em Deus (o Alfa) e tudo termina, converge para Deus (o Ômega). A glória é dEle, sempre.

Ele fecha sua confiança nas palavras “há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus”. Paulo não carregava esta ansiedade como se tudo convergisse nele e para ele. Ele não era o centro do evangelho e não ostentava ocupar o lugar de Cristo. Isto é libertador! Ele não precisava tentar ser o que não era. Este peso não lhe pertencia. Convencer não era seu papel. Manter as pessoas firmes na fé não dependia só dele.

Quero, suscintamente, pontuar algumas posturas libertadoras para um líder:

1. Concentre seu chamado em pessoas. Não as veja como números. Não as trate como peças de engrenagem. Valorize-as em seus dons e peculiaridades.

2. Não lance um excesso de idealizações e projeções pessoais sobre a pessoa. Muitos líderes sobrecarregam demais os liderados com expectativas trazendo sobre eles um peso. Talvez uma frustração vivida pode levar o líder a desejar que o outro faça o que ele não conseguiu.

3. Não precisa cercar com zelo abafante. Você pode ser um tutor, um discipulador, um lider, um mentor, mas jamais Deus. Existe um limite de cuidado, de ajuda. Liderar é acompanhar a pessoa, é ensiná-la até que ela, maduramente, tenha condições de conduzir-se prudentemente pelo Espírito Santo.

4. Se Deus não mudar a pessoa, muito menos você. Se Deus não evitou uma queda, muito menos você. Um líder não pode querer ocupar o lugar de Deus. Dê o seu melhor como se tudo dependesse de você, é uma premissa correta. Porém, somos apenas amigos do noivo, cuidando da sua noiva. Não somos o salvador da noiva.

5. Não tente cuidar de muitas pessoas ao mesmo tempo. Concentre sua fé e energia naqueles que Deus já lhe entregou. Discipule semanalmente, instrua, visite, ore. Uma pessoa bem cuidada é uma semente. Após ela tem inúmeras pessoas. Na ânsia de ganhar muitas não discipulamos bem. É melhor apresentar “frutos que permanecem” a enganar-se com resultados superficiais.

6. Construa um ambiente de alegria e fé em seus relacionamentos. Em Cristo a obra já foi realizada. Celebre os bons momentos ao lado das pessoas que Deus colocou em sua vida. Ore nas suas tribulações. Cante nas suas vitórias. Seu discipulado já deu certo! Deus já tem muito orgulho da sua vida e dedicação. Aleluia!

Que Deus te dê sabedoria, paciência e fé para ganhar vidas e cuidar bem de cada uma delas.

Sofrimento e glória:

A vida cristã é temperada com sofrimento, mas caminha para a glória. Cruzamos vales profundos, mas também subimos montes alcantilados. Vertemos lágrimas amargas, mas também experimentamos alegria indizível. Em Romanos 8.18-27 Paulo fala sobre o problema do sofrimento e da dor. Ele contrasta o sofrimento presente com a glória futura. Paulo menciona três gemidos. Fala do gemido das duas criações: a antiga (a natureza) e a nova (a igreja). Elas sofrem juntas e juntas serão glorificadas no final. Vejamos esses três gemidos.

Em primeiro lugar, os gemidos da criação (Rm 8.18-22). Quando Deus terminou a obra da criação, viu que tudo era muito bom. Mas hoje a criação está gemendo. Há sofrimento e morte. Há dor e gemidos. Há sofrimento (v. 18), vaidade (v. 20), escravidão (v. 21), corrupção (v. 21) e angústia (v. 22). Mas esse gemido da criação não é o gemido de alguém que está morrendo, mas é como o gemido de uma mulher que sofre as dores de parto. Depois do gemido, vem a alegria. A criação geme aguardando a revelação dos filhos de Deus, a gloriosa segunda vinda de Cristo. Nós vamos participar da glória de Cristo e a natureza vai participar da nossa glória. Aqui pisamos uma estrada juncada de espinhos. Aqui, as pedras ferem nossos pés. Aqui a natureza sujeita ao pecado conspira contra nós. Aqui a dor fuzila nosso corpo e a angústia oprime a nossa alma. Aqui as lágrimas inundam nossos olhos e a tristeza entrincheira a nossa vida. Porém, em breve, essa mesma criação que geme, será restaurada e participará da glória dos filhos de Deus, quando Cristo vier em sua glória.

Em segundo lugar, os gemidos da igreja (Rm 8.23-25). Nós gememos por causa da fraqueza do nosso corpo e por causa da presença do pecado em nosso ser. Nós gememos porque embora já fomos libertos da condenação do pecado (na justificação), e estamos sendo libertos do poder do pecado (na santificação) ainda não fomos libertos da presença do pecado (na glorificação). Nós gememos porque já experimentamos as primícias do Espírito e já sentimos o gosto da glória por vir. O Espírito em nós é mais do que uma garantia da glória, é antegozo dela. Nós gememos porque antevemos o gozo do céu e desejamos ardentemente ser revestidos de um corpo de glória e chegar logo em nossa Pátria, em nosso lar, o céu. Nós gememos, porque o melhor está ainda por vir. Nós gememos aguardando esse dia. Os gemidos da igreja também não são gemidos de desespero ou pavor, mas gemidos de expectativa. Aguardamos na ponta dos pés esse glorioso dia, quando Jesus virá com grande poder e glória para estarmos para sempre com ele.

Em terceiro lugar, os gemidos do Espírito Santo (Rm 8.26,27). Não apenas a criação e a igreja estão gemendo, mas também o Espírito Santo está gemendo. Isso significa que a despeito das nossas fraquezas, o Espírito Santo não nos escorraça. Ao contrário, nos assiste. O Espírito Santo é o Deus que habita em nós e intercede por nós, em nós, ao Deus que está sobre nós. E intercede de três formas: Primeiro, intensamente (v. 26). Ele intercede por nós “sobremaneira”. O Espírito Santo emprega todos os seus atributos nessa oração intercessória. Segundo, agonicamente (v. 26), ou seja, com gemidos inexprimíveis. Mesmo sendo Deus e conhecendo todas as línguas dos homens e dos anjos, não encontra sequer uma língua para articular a sua intensa e agônica oração, então geme. Terceiro, eficazmente (v. 27), ou seja, ele intercede segundo a vontade de Deus. Toda a intercessão do Espírito Santo em nós, por nós, ao Deus que está sobre nós, está alinhada com a vontade de Deus. Ele não desperdiça sequer uma intercessão em nosso favor. Por isso, temos a garantia de que mesmo cruzando aqui os vales mais escuros, estamos a caminho do céu, pois aqueles que foram salvos pela graça, desfrutarão da glória eterna!

A graça de Deus nos capacita a enfrentar o sofrimento

A vida é a professora mais implacável: primeiro dá a prova, e depois a lição. C. S. Lewis disse que “Deus sussurra em nossos prazeres e grita em nossas dores”. Paulo fala sobre um sofrimento que muito o atormentou: o espinho na carne. Depois de ser arrebatado ao terceiro céu, suportou severa provação na terra. Há um grande contraste entre estas duas experiências de Paulo. Ele foi do paraíso à dor, da glória ao sofrimento. Ele experimentou a bênção de Deus no céu e bofetada de Satanás na terra. Paulo tinha ido ao céu, mas agora, aprendeu que o céu pode vir até ele.
Charles Stanley em seu livro “Como lidar com o sofrimento”, sugere-nos algumas preciosas lições.

Em primeiro lugar, há um propósito divino em cada sofrimento (2Co 12.7). Há um propósito divino no sofrimento. O nosso sofrimento e a nossa consolação são instrumentos usados por Deus para abençoar outras vidas. Na escola da vida Deus está nos preparando para sermos consoladores. Jó morreu sem jamais saber porque sofreu. Paulo rogou ao Senhor três vezes, antes de receber a resposta. O que Paulo aprendeu e que nós também precisamos aprender é que quando Deus não remove “o espinho”, é porque tem uma razão. Deus não permite que soframos só por sofrer. Sempre há um propósito. O propósito é não nos ensoberbecermos.

Em segundo lugar, é possível que Deus resolva revelar-nos o propósito de nosso sofrimento (2Co 12.7). No caso de Paulo, Deus decidiu revelar-lhe a razão de ser do “espinho”: evitar que ficasse orgulhoso. Quando Paulo orou nem perguntou por que estava sofrendo, apenas pediu a remoção do sofrimento. Não é raro Deus revelar as razões do sofrimento. Ele revelou a Moisés a razão porque não lhe seria permitido entrar na Terra Prometida. Disse a Josué porque ele e seu exército haviam sido derrotados em Ai. O nosso sofrimento tem por finalidade nos humilhar, nos aperfeiçoar, nos burilar e nos usar.

Em terceiro lugar, o sofrimento pode ser um dom de Deus (2Co 12.7). Temos a tendência de pensar que o sofrimento é algo que Deus faz contra nós e não por nós. Jacó disse: “Tendes-me privado de filhos; José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas cousas em sobrevêm” (Gn 42.36). A providência carrancuda que Jacó pensou estar laborando contra ele, estava trabalhando em seu favor. O espinho de Paulo era uma dádiva, porque através desse incômodo, Deus o protegeu daquilo que ele mais temia – ser desqualificado espiritualmente.

Em quarto lugar, Deus nos conforta em nossas adversidades (2Co 12.9). A resposta que Deus deu a Paulo não era a que ele esperava nem a que ele queria, mas era a que ele precisava. Deus respondeu a Paulo que ele não estava sozinho. Deus estava no controle de sua vida e operava nele com eficácia. Precisamos compreender que Deus está conosco e no controle da situação. Precisamos saber que Deus é soberano, bom e fiel. Jó entendeu isso: “Eu sei que tudo podes e ninguém pode frustrar os teus desígnios”.

Em quinto lugar, pode ser que Deus decida que é melhor não remover o sofrimento (2Co 12.9). De todos, esse é o princípio mais difícil. Quantas vezes nós já pensamos e falamos: “Senhor por que estou sofrendo? Por que desse jeito? Por que até agora? Por que o Senhor ainda agiu?”. Joni Eareckson ficou tetraplégica e numa cadeira de rodas dá testemunho de Jesus. Fanny Crosby ficou cega com 42 dias e morreu aos 92 anos sem jamais perder a doçura. Escreveu mais de 4 mil hinos. Dietrich Bonhoeffer foi enforcado no dia 9 de abril de 1945 numa prisão nazista. Se Deus não remover o sofrimento, ele nos assistirá em nossa fraqueza, nos consolará com sua graça e nos assistirá com seu poder. A graça de Deus nos capacita a lidar com o sofrimento, sem perdermos a alegria nem a doçura (2Co 12.10) .

Por:  CLORESMAR BIZACO

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