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Da entrada triunfal até a entrega sacrificial

(Marcos 11.1-11)

Pr. Jacson Irio Andrioli

Os evangelhos relatam a última semana de Jesus, iniciando com a entrada triunfal em Jerusalém e o ponto final em sua crucificação. Todos estes acontecimentos já haviam sido preditos por profetas bem antes de Jesus o Filho de Deus ter nascido. Veja:

“Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que o teu rei virá a ti, justo e salvo, pobre, e montado sobre um jumento, e sobre um jumentinho, filho de jumenta. E de Efraim destruirei os carros, e de Jerusalém os cavalos; e o arco de guerra será destruído, e ele anunciará paz aos gentios; e o seu domínio se estenderá de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra.” (Zacarias 9:9-10)


Isaías também anunciou muitas coisas a respeito de Jesus e de tudo o que lhe aconteceria, bem como o fato de Jesus ser um pedra de tropeços aos homens da lei de sua época.
Te convido a ler os versículos de Marcos 11. 1-11. Todo o livro de Marcos prepara os leitores para este momento. Jesus tenta por três vezes preparar os discípulos para este momento.
Era o momento de Jesus tomar a cruz. A entrada de Jesus em Jerusalém marca o cumprimento de um propósito profético; marca a consciência que Jesus possuía de sua missão.
Alguns detalhes podemos observar: a preparação para a entrada de Jesus em Jerusalém, e o momento em si onde Jesus é ovacionado.

1. A preparação

Jesus escolhe dois discípulos e os envia a uma missão, trazer um jumentinho que não havia sido montado, para ser seu transporte em sua entrada em Jerusalém.
Imagino que os discípulos ficaram meio desconfiados ao receberem esta ordem, mas de qualquer maneira seguiram as instruções de Jesus, pois já tinham ouvido algo parecido, quando Jesus chamou a Simão Pedro, dando-lhe a ordem de lançar as redes e elas ficaram a ponto de se rasgar de tantos peixes que traziam.
Assim como os discípulos, eu e você precisamos sempre lembrar que antes da fé vem a palavra, as palavras de Jesus levaram eles a crer e obedecer as Suas ordens.
Veja o que Jesus falou aos dois (v. 3).
Jesus se coloca em uma posição que nunca havia se colocado, “O Senhor”, de fato Jesus é senhor de tudo e de todos, pois: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” (João 1.3)
A obediência dos discípulos deve servir de exemplo para cada um de nós diante das instruções de Deus a nosso respeito, ou em relação àquilo que lemos na bíblia.
Os dois discípulos obedeceram à risca o que Jesus havia dito e foram bem sucedidos em sua missão (v. 6 e 7).

2. A entrada (v. 8-11)

A multidão em festa prepara o caminho por onde Jesus passaria, eram ouvidos gritos de louvor ao novo Rei, gritos de Hosana, bendito ao que vem em nome do Senhor.
As roupas jogadas ao chão, misturadas com as folhas de palmeira fizeram um tapete onde o Senhor Jesus, Filho do Deus Altíssimo passou triunfante em direção a Jerusalém.
A palavra Hosana traduzida literalmente do hebraico quer dizer: “salva, por favor”, que por fim veio a ser uma simples expressão do júbilo e alegria do povo ao ver Jesus.
Quero chamar sua atenção para um detalhe:
Pode parecer estranho que Jesus venha montado sobre um jumento e não sobre um cavalo branco. É certo que na cultura daquela época, o jumento não era um animal tão desprezado como é hoje. Aliás, o Antigo Testamento fala de juízes e governadores que montavam em jumentos. Mas, se por um lado é verdade que desde o tempo do rei Salomão, o cavalo é visto como um animal nobre, digno de reis e rainhas (Jer. 17:25), também é verdade que o cavalo é um animal associado com a guerra.
Portanto, o fato de Jesus entrar montado num jumento descreve, antes de mais nada, a natureza da sua missão, que é uma missão de paz, e que tem a ver com a natureza do seu reino, que não é deste mundo.
Jesus não vem para impressionar.
Jesus não se rende à tentação de usar a força para impor o seu reino.
Jesus não vem para se sentar no trono de Herodes.
Jesus não vem com exércitos, nem com soldados armados para derramar sangue e para conquistar a cidade pela força.
O único sangue que ele espera derramar é o seu, a favor da salvação dos pecadores, porque a sua missão é uma missão de paz.
Enfim, quando Jesus entra na cidade, não tem pressa, as pessoas estendem as suas vestes no chão à sua passagem, e clamam: “Bendito o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!” (Lucas 19:38).
A recepção foi digna de um rei, ou de um herói, mas Jesus não se deixa impressionar. Ele sabe que em breve a multidão vai gritar: “Crucifica-o. Crucifica-o”. Ironicamente, quando Jesus foi crucificado, pregaram um anúncio por cima da cruz, que dizia em grego, em latim e em hebraico: “Este é o Rei dos judeus” (Lucas 23:38).
Quero fazer uma pergunta: O que fazemos quando Jesus entra em nossas vidas?
Tenho certeza que gritos de Hosana não são ouvidos em sua casa quando você é livrado de um acidente doméstico ou de qualquer outra coisa, da mesma forma quando você se dá bem em uma prova ou passa em um teste de aptidão qualquer em sua vida.
Deus por meio de seu amor enviou Jesus como o Rei dos pecadores, dos fracos e fracassados, discriminados e esquecidos, mas por meio do seu poder consegue transformar o que éramos antes de Jesus em pessoas abençoadas, perdoadas, cheias do amor e da disposição de perdoar aos que nos ofendem.
Isso já é suficiente, digno de todos os gritos de louvor e glórias e hosanas a Deus o Pai, a Jesus o Filho e ao Espírito Santo.
Sugiro que você repense a entrada de Jesus em sua vida, afinal de contas ele é o seu Rei e é digno de ser louvado e engrandecido por cada um de nós.

3. Que lições podemos aprender com o jumentinho?

a. Assim como com o jumentinho, existe um propósito com nossas vidas
• Fazemos parte de um grande propósito divino.
• Nada e ninguém é sem propósito.
• Cabe a cada ser humano descobrir-se nos propósitos divinos. Pois fomos feitos para sua glória, Is 43.7.

b. Assim como qualquer jumentinho, nossa existência é pouco valorizada
• Aquele jumento não havia sido usado: “ningué havia montado”.
• Para seus donos ele ainda era inútil.
• Deus escolheu as coisas vis, loucas e desvalorizadas deste mundo, 1 Co 1.27-28.

c. Assim como o jumentinho, só teremos significado na vida quando transportarmos em nós a glória de Deus (vs.7-8)
• Fomos chamados para ser o vaso-transporte de um grande tesouro, 2 Co 4.7
• É Cristo que vive em nós, Gl 2.20

CONCLUSÃO

A entrada de Jesus na cidade de Jerusalém foi prevista pelos profetas do Antigo Testamento, foi anunciada pelo próprio Jesus, foi regada com lágrimas e foi semelhante à entrada de um rei.
E, assim como Ele chorou sobre a cidade de Jerusalém é possível que, ainda hoje, Ele chore sobre as nossas cidades, ao ver as notícias nos nossos jornais. Mas, o que Jesus realmente deseja conquistar são as fortalezas da nossa mente e do nosso coração, onde nos encontramos escondidos e barricados.
Que nesta Páscoa, cada um de nós possa dizer: Hosana, Bendito o Rei que vem em nome do Senhor!
Sabendo que temos um propósito eterno preparado por Deus, basta buscar nosso lugar e assumirmos nosso papel no Reino de Deus, como filhos amados e vivermos o nosso principal ministério, o ministério da reconciliação.
“E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;” (2 Coríntios 5:18)

“O Deus da paz vos aperfeiçoe em todo o bem, para cumprirdes a sua vontade, operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre.” (Hebreus 13.20 e 21)

 

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