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Pequenos começos = grandes resultados

Pr. Jacson Irio Andrioli

Se você fosse comparar o Reino dos céus hoje, com que o compararia?
Esta resposta eu li em um devocional (Castelo Forte) que compartilhei com os irmãos da reunião de oração. Segundo nossos valores, o compararemos a uma mega igreja, com um templo majestoso abarrotado de fiéis; e as atividades do Reino, com o que se faz na Igreja e através dela. Mas os valores de Deus são diferentes dos nossos…
Jesus usa uma semente para comparar o Reino de Deus, a primeira vista eu fico pasmo, pois Jesus que conhece o Reino de Deus e o seu tamanho e imponência no universo poderia ter dito que era maior, mas olha aí a tendência sensacionalista de nossos corações aparecendo…


Vamos ler Lucas 13. 18 e 19

1. Parábola do grão de mostarda

Como já falei, os valores de Deus são diferentes dos nossos. Um grão de mostarda é a menor semente dentre a s hortaliças. Mas dentro desta pequenina semente estão os mesmos componentes de germinação que as demais sementes.
Curiosidade: Na palestina as plantas de mostarda alcançam a altura de alguns metros. Por este motivo é que Jesus usa a comparação do grão com o Reino dos céus, é pequeno em seu início dentro de nossos corações, mas ao frutificar fica grande e é capaz de abranger o mundo.
A sementinha que foi plantada, germina, cresce e frutifica, independente da vontade humana. Ela tem um potencial germinativo e produtivo próprio. Assim é o Reino de Deus. É plantio divino nos corações humanos. Tem vida própria – independe da ação humana para germinar e frutificar.

A questão é que, embora seja a menor de todas as sementes (Marcos 4.31), o grão de mostarda (a Fé) quando plantado em nossos corações deve crescer, crescer e crescer até se tornar uma fé madura, fruto da intimidade com Deus, em Cristo Jesus.
A questão não é tanto a fé grande e estática! Nem tampouco uma fé que crê cegamente em si mesma, ou que “determina” tudo; mas, uma fé que, como eu disse, cresce em intimidade com Deus e com sua palavra ; é uma fé que cresce mesmo ninguém dando nada por ela; mesmo em meio as dificuldades.
E tem mais, a fé madura sabe que ela é submissa à SOBERANIA de Deus.

2. Parábola do Fermento Lucas 13. 20 e 21

O fermento é uma substância comum na maioria dos lares ao redor do mundo, tem a função de fazer com que a massa cresça para favorecer o preparo do alimento. Todos nós já tivemos a oportunidade de usar o fermento, seja na massa de um pão ou de um bolo. Quando o fermento é acrescentado à massa ele proporciona uma reação e faz com que ela cresça.
O fermento por sua vez retrata a força de expansão do Reino de Deus. Ele não se impõe pela força da religião, não se destaca pela beleza de seus templos, não se expande pela ação massiva dos meios de comunicação, não é revelado por meio de estatísticas, nem mesmo pelo ativismo religioso.
Esta parábola enfatiza o poder transformador  invisível do evangelho, especialmente na vida particular do discípulo totalmente entregue a Jesus. Ele cresce pelas relações cotidianas, no viver e servir diário no poder do Espírito Santo. Cresce e avança quando inserido na massa.

3. Trazendo para nossas vidas

Todas as parábolas de Jesus tem uma função: a partir de coisas e exemplos práticos na vida das pessoas, nos ensinarem a importância da fé e da prática desta em relação ao crescimento do Reino de Deus.
Imagine, então: eu e você temos uma sementinha da fé, ou da palavra de Deus em nossos corações, deixamos que o Espírito Santo faça germinar, e esta planta da fé cresce e começa a dar frutos.
Da mesma forma, eu e você, com um pouquinho de fermento, o fermento do amor de Deus que nos alcançou e nos perdoou, agora vamos amar a outros na mesma proporção, o Reino de Deus se expandirá.
Isso significa que uma pequena semente pode crescer e se tornar uma árvore, onde pássaros possam se proteger e construir seus ninhos, onde pessoas possam se aproximar de nós e serem atingidas pelo amor e fé em Cristo Jesus, ou até mesmo nossos frutos servirão de alimento para outros que estão com fome.

Conclusão:

O Senhor Deus sempre usa de muita inteligência para nos fazer ver as coisas, e é claro com o objetivo de confundir o mundo.

“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.”  (1 Coríntios 1:18)

“Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;”  (1 Coríntios 1:27)

Jesus aponta tanto para o grão de mostarda, quanto ao pouco fermento, para algo maior: a transformação silenciosa e com poder que tem ocorrido na sociedade e na cultura do mundo. Mas isso só acontece porque homens e mulheres decidem deixar que a semente da fé germine, e que o fermento do amor desenvolva-se.

Quer ver um versículo?

“Como valentes correrão, como homens de guerra subirão os muros; e marchará cada um no seu caminho e não se desviará da sua fileira.” (Joel 2:7)

Se você reparar na trajetória dos discípulos/apóstolos, você poderá traçar o ANTES  e o DEPOIS, ou seja, o divisor de águas na vida deles. E veremos que a fé deles amadureceu com o tempo e com as experiências que foram tendo ao longo da caminhada. O maior exemplo é o apóstolo Pedro…
Se eu e você assumirmos nosso papel de valentes nas fileiras de soldados do Senhor, o Reino gradativamente crescerá de uma maneira surpreendente assim como uma massa com um pouco de fermento.
O Reino de Deus não é algo para ser institucionalizado, mas para ser recebido e vivido na comunhão do Espírito Santo, na graça do Senhor Jesus e no amor de Deus Pai.
Estas duas parábolas tem uma função: nos encorajar e  dar ânimo para continuarmos sendo Sal e Luz, a continuarmos a lançar a semente do Evangelho de Jesus. Por menor que seja o efeito do trabalho, continue…
A fidelidade ao que Deus nos tem dado resultará em frutos que só veremos na volta de Cristo. Lembre-se: Pequenos começos podem produzir grandes resultados.

Portanto, a fé que move montanhas, ou seja, que faz o impossível tornar-se possível, é: “A fé que é como o grão de mostarda”; é a fé que cresce em intimidade com Deus.

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